No centenário de João Bethencourt, comédia brasileira da década de 70 mais encenada no mundo volta aos palcos, no Teatro Fashion Mall
Foto: Divulgação.
Com direção de Cristina Bethencourt, filha do autor, a peça retorna em nova montagem contemporânea de um clássico que une humor, crítica social e um inusitado pedido de paz mundial.
A obra atravessa gerações com uma linguagem acessível e crítica social refinada. A peça estreou em 1972, no Teatro Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, com direção do próprio autor. O elenco da primeira montagem contou com grandes nomes como Eva Todor e Afonso Stuart, e rapidamente se tornou um sucesso de público e crítica.
Agora, cinquenta e três anos depois e em pleno ano do centenário do autor, a comédia volta aos palcos em uma leitura contemporânea dirigida por Cristina Bethencourt, com os atores Giuseppe Oristanio, Claudio Mendes, Elisa Pinheiro, Gustavo Ottoni, Nando Cunha, Samuel Valladares e Beatriz Linhales, em uma temporada de sexta a domingo, até o dia 22 de junho.
A trama gira em torno de Samuel Leibowitz, um taxista judeu do Brooklyn, que, movido por um impulso idealista e um desejo profundo de ver o mundo em paz, decide sequestrar o Papa durante uma visita a Nova York. Em vez de dinheiro ou poder, seu pedido de resgate é simples e inusitado: um único dia de paz mundial. Com muito humor e humanidade, a peça conduz o público a uma reflexão sobre temas como fé, convivência entre diferentes culturas e religiões, utopias possíveis, e o papel da esperança em tempos de crise.
Desde sua estreia, ‘O dia em que raptaram o Papa’ se consagrou como a peça brasileira mais montada fora do país, tendo sido encenada em mais de quarenta, como Suíça, Israel, Canadá, Estados Unidos, Alemanha, Áustria, França e diversas nações escandinavas, consolidando-se como uma das mais expressivas obras do teatro brasileiro no cenário internacional, até os dias de hoje. Um dos marcos dessa trajetória foi sua apresentação em 1973 no prestigioso Schauspielhaus de Zurique, na Suíça, onde permaneceu em cartaz por um ano, com lotação esgotada, em um teatro de 750 lugares. O espetáculo se tornou, até hoje, a maior bilheteria da história da casa.
A peça também foi alvo de críticas entusiásticas de veículos de grande prestígio internacional, como os jornais Le Monde e L’Osservatore Romano. Personalidades ilustres assistiram à montagem, entre elas a rainha Fabíola da Bélgica e o próprio Papa, em uma apresentação especial realizada no teatro do Vaticano.
Em 2024, o espetáculo voltou aos palcos suíços com grande destaque, integrando a programação do ‘Schlossfestspiele’, o maior festival de teatro do país, realizado no castelo de Hagenwil. A temporada, que durou um mês, foi novamente um grande sucesso de público e crítica.
Serviço:
Agora, cinquenta e três anos depois e em pleno ano do centenário do autor, a comédia volta aos palcos em uma leitura contemporânea dirigida por Cristina Bethencourt, com os atores Giuseppe Oristanio, Claudio Mendes, Elisa Pinheiro, Gustavo Ottoni, Nando Cunha, Samuel Valladares e Beatriz Linhales, em uma temporada de sexta a domingo, até o dia 22 de junho.
A trama gira em torno de Samuel Leibowitz, um taxista judeu do Brooklyn, que, movido por um impulso idealista e um desejo profundo de ver o mundo em paz, decide sequestrar o Papa durante uma visita a Nova York. Em vez de dinheiro ou poder, seu pedido de resgate é simples e inusitado: um único dia de paz mundial. Com muito humor e humanidade, a peça conduz o público a uma reflexão sobre temas como fé, convivência entre diferentes culturas e religiões, utopias possíveis, e o papel da esperança em tempos de crise.
Desde sua estreia, ‘O dia em que raptaram o Papa’ se consagrou como a peça brasileira mais montada fora do país, tendo sido encenada em mais de quarenta, como Suíça, Israel, Canadá, Estados Unidos, Alemanha, Áustria, França e diversas nações escandinavas, consolidando-se como uma das mais expressivas obras do teatro brasileiro no cenário internacional, até os dias de hoje. Um dos marcos dessa trajetória foi sua apresentação em 1973 no prestigioso Schauspielhaus de Zurique, na Suíça, onde permaneceu em cartaz por um ano, com lotação esgotada, em um teatro de 750 lugares. O espetáculo se tornou, até hoje, a maior bilheteria da história da casa.
A peça também foi alvo de críticas entusiásticas de veículos de grande prestígio internacional, como os jornais Le Monde e L’Osservatore Romano. Personalidades ilustres assistiram à montagem, entre elas a rainha Fabíola da Bélgica e o próprio Papa, em uma apresentação especial realizada no teatro do Vaticano.
Em 2024, o espetáculo voltou aos palcos suíços com grande destaque, integrando a programação do ‘Schlossfestspiele’, o maior festival de teatro do país, realizado no castelo de Hagenwil. A temporada, que durou um mês, foi novamente um grande sucesso de público e crítica.
Serviço:
O dia em que raptaram o Papa
Estreia: 9 de maio (sexta-feira), às 20h
Sessão para convidados: 12 de maio (segunda-feira), às 20h
Local: Teatro Fashion Mall – Sala Rosa Maria Murtinho (Estrada da Gávea, 899 – São Conrado)
Informações: (21) 99857-8677
Horários: Sextas e domingos, ás 20h / Sábados, às 21h
Duração: 70 minutos
Classificação: 12 anos
Ingressos: R$120,00 (inteira) | R$60,00 (meia)
Vendas: Sympla
Temporada: até 22 de junho
* Com Informações da Assessoria de Imprensa.
No centenário de João Bethencourt, comédia brasileira da década de 70 mais encenada no mundo volta aos palcos, no Teatro Fashion Mall
Reviewed by Aline Silva
on
maio 04, 2025
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